Povoado de Pelo Sinal vive drama da sede e cobra resposta do prefeito de Solidão

O povoado de Pelo Sinal, no município de Solidão, Sertão de Pernambuco, enfrenta uma das piores crises hídricas de sua história recente. Sem abastecimento regular de água, moradores convivem diariamente com torneiras secas, reservatórios vazios e a incerteza sobre como garantir o mínimo para beber, cozinhar e manter a higiene básica.

Relatos apontam que famílias estão sendo obrigadas a economizar cada gota, recorrer a água de barreiro, poços improvisados ou depender da solidariedade de vizinhos. Crianças, idosos e pessoas doentes estão entre os mais afetados, em uma situação que já ultrapassa o limite da dignidade humana.

A população denuncia que, apesar dos inúmeros apelos, pedidos formais e manifestações nas redes sociais, o prefeito Mayco da Farmácia (PSB), ainda não apresentou soluções concretas para o problema e ignora as solicitações dos moradores. “Estamos sendo ignorados. Água é um direito, não é favor”, desabafa uma moradora, que prefere não se identificar por medo de represálias.

Em uma região marcada historicamente pela seca, a ausência de políticas públicas eficazes para garantir o abastecimento expõe não apenas a vulnerabilidade das comunidades rurais, mas também a negligência do poder público diante de uma necessidade básica e urgente. O sofrimento do povoado de Pelo Sinal não é apenas consequência do clima, mas também da falta de planejamento, investimento e resposta rápida da gestão municipal.

Enquanto isso, a sede continua ditando a rotina das famílias, que acordam sem saber se terão água ao longo do dia. O povoado clama por carros-pipa regulares, recuperação de sistemas de abastecimento e ações emergenciais que devolvam dignidade à população.

O silêncio da gestão municipal diante desse cenário só aumenta a revolta e a sensação de abandono. Os moradores de Pelo Sinal pedem respeito, atenção e, sobretudo, água — porque sem ela não há vida, não há saúde e não há futuro.

A comunidade exige providências imediatas e cobra do prefeito Mayco da Farmácia uma resposta urgente para pôr fim ao sofrimento de quem só quer o direito básico de viver com dignidade.

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